terça-feira, 13 de janeiro de 2015

A(h), Ti


A(h), Ti

Ah, de ti, que me fizeste rir,
Menina de bonito ser,
Sorriso lavado,
De puro espírito,
E alma infantil.

Em tardes quentes,
Gargalhadas imberbes;
em meio à Bukowski e Wilde;
Leminsky, Martin
e Tolstói.

De ti, quero o sorriso
De ti, quero ouvir-te a voz
De ti, quero o poder de acreditar
Que o perdão existe,
Que o bem vence.

Ah, de ti, moça branca, 
De pele bonita e cabelos de ébano,
Quero somente a amizade
Pura em sua simplicidade
Bonita somente por existir.

(Eterna para almas ingênuas.).

Paolla Milnyczul 



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