sábado, 29 de dezembro de 2012

E o Mundo Não Acabou.

O mundo não acabou e um novo ano vem aí, 2012 está quase indo embora e deixando por aqui muita coisa. Não sei bem o que aconteceu, esse ano que se passou foi um ano misturado e muito louco. Muitos projetos, novos contatos, novos amigos, muita turbulência, muitos problemas, algumas soluções, algumas crises, fé no amor que se tem, sorriso pregado no meio da cara mesmo em meio a trovoadas e maremotos, um espelho que tudo vê, a alma surda, a cabeça que grita. (É, eu sou muito barulhenta. Minha cabeça tem o volume no máximo, e minha boca pouco fala.).
Muita coisa aconteceu, algumas verdades foram ditas, algumas certezas mudadas, e algumas coisas foram jogadas no ventilador. Muitas verdades me foram reveladas, não somente de mim para mim mesma como de quem me ama para mim. A certeza de que sim, por mais que eu ache que não, sou um pouco egoísta. (Meio sem querer.) Que empatia às vezes passa longe, e que por não saber me expressar às vezes faço bobagens, para dizer o mínimo. Coisas que devem ser engolidas por mim e nas quais eu devo prestar mais atenção. Por isso, neste novo ano, ou melhor, neste novo ciclo que se inicia, não faço mais resoluções. Nem listinhas. Ou promessas de 'ano novo'. Não vou mais colocar expectativas em calendários (viu no que deu o maia?!), meses, dias, ou anos. Quero poder ofertar o melhor que tenho de mim todos os dias, seja verão ou inverno, janeiro ou dezembro, dia 31 ou 1º. 
Mas, mesmo assim, proponho levantar um brinde. Ao amor. Pois é com ele, o amor, que eu inicio este novo ano. Não um amor cego que tropeça, mas sim um amor que enxerga – e muito bem! – e que não se faz de besta.

Feliz 2013! 
Feliz AGORA!

Paolla Milnyczul


"Que o mundo seja mais humano. Que a esperança fale mais alto que o medo de não conseguir lutar. Que os sonhos sejam possíveis. Que a gente viva. Apesar de." – Wanderly Frota

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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

O Que Sei?

Nós nunca sabemos de verdade tudo sobre nós mesmos. Nos conhecemos, convivemos conosco vinte e quatro horas por dia todos os dias, mas há uma verdade escondida que nós às vezes não enxergamos. Porque às vezes quem está de fora enxerga melhor o nosso ser. Por isso, não tenho a prepotência de achar que sei tudo de mim, e vira e mexe especulo o que mais ainda tenho de surpresas que eu não sei.  
Mas e de mim, o que sei? 
Intensa, sensível, desconfiada, cínica, sarcástica e irônica, tudo separado e em seu devido lugar e momento. E tudo junto-e-misturado quando necessário. 
Me doem todas as dores e males do mundo. 
Amo demais todos os modos de amar. 
Tenho a cabeça muito aberta e polemizo qualquer coisa sem querer nem saber. 
Tenho paixão pela noite, pela lua e pelas estrelas. 
Tatuo a liberdade a doçura na pele.Tatuo o amor e a dor no coração. 
Me arrepiam todos os prazeres (im)possíveis do mundo.
Tenho a mania de querer carregar o mundo nas costas. 
Me faço de forte todos os segundos para evitar a dor. 
Choro por dentro as lágrimas de desespero do mundo. 
Quando eu finjo que não me importo com algo, é porque eu me importo. Quando eu me importo e deixo isto explícito, é porque me importo MUITO. 
Cultivo amizades com pessoas de todas as cores, raças, opções sexuais, de várias cidades, estados, países e crenças, e, por causa disso, não julgo ninguém e viajo entre mundos diferentes de uma pessoa a outra em pouco tempo. 
Quando amo, meu amor é profundo e (e)terno. 
Adoro razão, lógica e explicações científicas... mas acredito em signos e leio o horóscopo. 
Falo mais por entrelinhas. 
Não vivo sem livros, música, arte e cultura. (O mesmo vale para internet e tecnologia.) 
Sorrio todos os sorrisos numa sonora gargalhada retumbante e ensurdecedora sem me importar com o que irão achar. 

E isso é só o começo. Meu mundo é grande demais e nele cabe muita gente. Por isso, me desculpe, Pessoa, mas ter em mim “todos os sonhos do mundo” ainda é pouco! 

Paolla Milnyczul

“De mim, que tanto sabem
Quero que saibam que não sei...” 
–  Martha Medeiros


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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Reflexão Do Mês - Dezembro



"Se o mundo acabasse hoje, agora ou daqui cinco minutos, você estaria preparado?
Metade de mim estaria, mas o meu lado esquerdo do peito diz que preciso aprender mais sobre a vida, minha fé ainda é minúscula, meus pés falham diante dos obstáculos. Preciso crescer e digo espiritualmente, minha alavanca de esperança não tem o controle total dos meus pensamentos. Peco constantemente, quando deixo de praticar o autocontrole.
O bem está no mundo, o mal também e na mesma proporção, são estes fatores que implicam nas nossas escolhas. Podemos simplesmente disfarçar o medo do inesperado ou podemos cair de cabeça e dizer que estamos aptos para viver na mediocridade.
Prefiro que o acaso surpreenda, se tiver que ser agora, amanhã ou daqui a um milhão de anos. Isso tudo não importa, que venham as falsas especulações e os maus presságios."


Ju Fuzetto

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Ode a Dezembro



Assim como Novembro e todos os outros meses anteriores a ele, Dezembro finalmente chegou. O último mês do ano sempre marca o começo do recomeço, é sempre 'mais uma chance para nós mesmos', como costumamos falar. 
Dezembro é mês de listinha de fim de ano, resoluções, frio na barriga, e um misto de medo e ansiedade pelo ano que logo chega. E, como todos os outros meses, quem faz Dezembro ser bom ou não somos nós. Eu, você, nossos amigos, colegas de trabalho e familiares. Cada um é responsável por si. 
Dezembro traz 31 dias pra gente poder fazer do grande desfecho do ano que termina ser bonito. Ou não. O que acontecer vai depender das atitudes!

Eu quero que o meu Dezembro seja cheio de sorrisos. Sorrisos feitos por mim, e não pelo calendário!

Paolla Milnyczul
 
"Desculpa mas não me contento com doses de alegria, eu quero é encher a cara de felicidade." - Lidi Vieira

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